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15 de fevereiro de 2019

Otimismo e aumento nas vendas faz atacado paulista criar mais de 9 mil vagas em 2018


FecomercioSP recomenda que setor adote certas medidas para garantir o crescimento ainda mais robusto do atacado nos próximos anos

O atacadista investiu em contratações no decorrer do ano passado como reflexos das vendas do setor e do otimismo do empresariado. Para garantir o crescimento ainda mais robusto para os próximos anos, é recomendável que o empresário organize o quadro funcional da empresa e dos fornecedores e adote, já no início de 2019, uma política de avaliação constante de fluxo de caixa, prazos de estocagem, recebimento e pagamento e preços.

No acumulado dos 12 meses de 2018, foram criadas 9.061 vagas de emprego. Segundo a Pesquisa de Emprego no Comércio Atacadista do Estado de São Paulo (PESP Atacado), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), esse é o melhor resultado para um ano fechado desde 2013.

No período, o estoque ativo do setor foi de 507.211 vínculos formais. Os segmentos de produtos farmacêuticos e máquinas de usos comercial e industrial foram os maiores responsáveis pelo bom resultado. Eles criaram 1.811 e 2.408 vagas, respectivamente.

A análise individual do mês de dezembro mostra que o comércio atacadista no Estado de São Paulo eliminou 828 vagas com carteira assinada. O saldo final do mês ocorreu após 11.848 admissões e 12.676 desligamentos no período.

Apesar de interromper o ciclo de cinco meses seguidos de criação de emprego formal do setor, o saldo faz parte da sazonalidade de dispensas após incremento empresarial ao fim do ano. Ainda que no negativo, comum para o mês de dezembro, houve a perda mais amena de vagas para o mês desde 2007, ano inicial de nossa série histórica.

Os grupos avaliados que mais influenciaram o resultado negativo do último mês do ano foram os atacados de eletrônicos e equipamentos de uso pessoal (-453 vagas); de vestuário, tecidos e calçados (-311 vagas); e do grupo de papel, resíduos, sucatas e metais (-210 cagas). Por outro lado, o segmento de alimentos e bebidas gerou 262 novas vagas. Confira a matéria completa aqui.

 

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